Mari  Silva Alexandre

Sou flor, Sou amor. Sou Dor, Sou amor. É nisto que me resumo.

Meu Diário
29/05/2014 23h35
FLORES E FRUTOS

Aquelas sementes que foram jogadas em terras áridas, floresceram em terras férteis.

Bela e amável jardineira que preparou a terra para as sementes,  colhe seus bons frutos e a beleza de suas flores.

 

 

 

 


Publicado por Mari S Alexandre em 29/05/2014 às 23h35
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29/05/2014 11h46
SENTINDO

Vivemos envoltos em mistérios. No mistério da vida e no mistério da morte. Eu sou apaixonada pela vida. Eu vivo a vida de que eu gostaria de vier. Eu adoro o meu mundo. Eu adoro a minha casa. Eu adoro os meus livros. Eu adoro os meus amores. Eu adoro o meu cachorro.

Eu vivo tantas coisas lindas que me fazem sentir verdadeiramente feliz. O prazer de viver, as vezes, chega a me sufocar de tanta felicidade. O nascer sabendo que se vai morrer de certa maneira  faz com que cuidemos melhor de nossas vidas. Faz com que aproveitemos a vida de sem desperdiça-la.
Faz com que queiramos ganhar tempo de vida.
A curiosidade sobre a morte é algo que se sente, por ela ser um mistério.

Acreditar no óbvio é tão sem sentido que há a recusa em aceitar a morte que surge diante dos olhos, levando seus cadáveres, sem dar satisfação do que irá lhes oferecer em troca da vida.

Saber que a morte existe parece ser o máximo da investigação.

Desejaria ser surpreendida por uma morte que se parecesse com a vida, infelizmente  eu não consigo acreditar nesta possibilidade.

Acredito que a morte ofereça a todos um descanso total e pleno. Um descanso onde a reflexão não possa estar presente; um descanso onde não haja sentimentos.

Sem saber coisa alguma sobre a morte, sigo celebrando a vida linda de viver.

 

 


Publicado por Mari S Alexandre em 29/05/2014 às 11h46
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29/05/2014 09h57
SEM O TEU, O MEU OLHAR

Enquanto estávamos juntos os teus olhos eram os meus olhos.

Eu sentia comigo a tua presença.

Sentia nos meus olhos o teu olhar.

O prazer de te sentir em mim

era multiplicado.

Como era bom estarmos mentalmente ligados

E unidos pelos mais puros dos sentimentos.

Tínhamos tudo para continuarmos a construir uma história de amor muito linda.

Mas tu colocaste tudo a perder por vaidade.

Foi muito duro para mim descobrir que a vaidade era o teu maior sentimento.

Eu senti muita dor, confesso, ao descobrir o teu desamor.

Contudo, eu não me perdi de mim, pois continuo com os meus olhos e o meu olhar para as coisas.

E aos poucos vou soltando os meus pensamentos de ti.

E nem saudades irei sentir…

 

Publicado por Mari S Alexandre em 29/05/2014 às 09h57
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28/05/2014 16h35
INGÓGNITO

Naquele ocasião estávamos ansiosos.

Iria finalmente chegar aquele  momento  tão esperado e sonhado cheios de encantos e de amor.

O momento foi  aguardado

entre as trocas

de correspondências;

entre as trocas das imagens em vídeos.

Parecia irrealizável que,

Finalmente, íamos nos encontrar,

e ter a certeza do que realmente

sentíamos um pelo outro.

 

Estávamos tensos na tentativa

de prever o que sentiríamos.

Buscávamos antecipar tudo aquilo

que os nossos sentimentos

reservaram para aquela

tão sonhada ocasião.

 

Não sabíamos se teríamos um final feliz.

No entanto, havia  necessidade

de comprovarmos;

havia  necessidade de nos provarmos.

Havia uma necessidade cintilante  de  sentir 

e de experimentar todos os nossos sentidos.

 

 


Publicado por Mari S Alexandre em 28/05/2014 às 16h35
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25/05/2014 12h23
INSPIRAÇÃO

Da inspiração nasceu um poema.

Do poema nasceu a proximidade

entre a amizade e a admiração.

O poema uniu, assim, dois corações

em versos e prosas.

O poeta sentiu.

A musa sorriu.

O amor se transformou

em poesia para o leitor.

 

 


Publicado por Mari S Alexandre em 25/05/2014 às 12h23
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