Mari  Silva Alexandre

Sou flor, Sou amor. Sou Dor, Sou amor. É nisto que me resumo.

Meu Diário
18/05/2014 17h27
CORAJOSAMENTE SIMPLES

 

Descobri estar ficando sábia quando percebi que a única coisa que preciso para viver é o necessário. Já vivi muito glamour do desnecessário e, dele, gostava. Continuo tendo a possibilidade de viver uma vida glamourosa que continua à minha disposição. O fato de abrir mão dela, para viver coisas mais simples, me tornaram um ser mais presente em mim mesma. 
A simplicidade da vida que
 escolhi viver se encontrou alegremente com a simplicidade do meu interior.
A vida dá chances para que a mudemos e a adaptemos às mudanças internas.  Aproveitar as chances é fazer valer os sonhos contidos na alma. A minha procurava viver ouvindo pássaros, apreciando borboletas, plantando flores e maravilhando-me com o jardim.
Vida, vida minha, és mais minha hoje que foste um dia. Sendo que antes também eras, completamente minha, mesmo sem tanta sabedoria.


Mari Alexandre


Publicado por Mari S Alexandre em 18/05/2014 às 17h27
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18/05/2014 17h23
ESTRANHOS

Não sei onde foi que o ser humano se perdeu do outro. 
As guerras de armas demonstram bem essa incapacidade de união, de compreensão e de altruísmo. 
As guerras sem armas (fofocas) também demonstram como um ser se protege do outro buscando os seus (os deles) considerados defeitos, em suas próprias visões e conceitos.
Poucos são os amigos escolhidos e, estes poucos, ainda muitas vezes são criticados. 
Que mundo estranho esse em que vivemos, onde irmão desconhece irmão, onde os amigos servem para a prática da falsidade!
Um mundo onde amar o semelhante é mais difícil que odiá-lo, mesmo sem o conhecer.
Santo Agostinho chegou a seguinte reflexão: "As pessoas viajam para admirar a altura das montanhas, as imensas ondas dos mares, o longo percurso dos rios, o vasto domínio do oceano, o movimento circular das estrelas, e no entanto elas passam por si mesmas sem se admirarem."


(Mari Alexandre)


Publicado por Mari S Alexandre em 18/05/2014 às 17h23
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18/05/2014 17h20
RECIPROCIDADE

Há aquelas pessoas que surgem suavemente com sorrisos contagiantes e encantam.
Com o passar do tempo algumas que em nome de um sentimento especial, que dizem ter desenvolvido, podem transformar em turbulência a paz interior de quem as recebe com os braços abertos e com carinho.
A concentração que no início era na suavidade e nos sorrisos contagiantes trazidos com suas presenças, passam a ser tormentos que vão demonstrando por causa da inconstância de suas personalidades, que horas morrem de amor por nós, outras morrem em si mesmas ou, ainda, morrem de amor por quem afirmam não morrer.
Cada alguém que surge em minha vida é recebido como uma visita ilustre. Prontamente há em mim a receptividade em receber. Assim sirvo-lhes, sempre que chegam, café fresco e aromático. Enfeito a minha casa interna com flores coloridas e alegria sempre que me visitam.
Mas, eu fico triste com as visitas que recebem todo o carinho e preparo em prol de sua chegada e todas às vezes, ao irem embora, antes de saírem destroem o arranjo de flores e deixam marcas dos sapatos sujos, com os quais entraram, sem o menor cuidado, em meu coração.
Chega um momento em que não quero mais receber essas visitas.
Resisto em fechar as minhas portas internas. Reluto em dizer-lhes que o mesmo carinho com que recebo, gosto de ser visitada.  E por mais que eu tente continuar recebendo bem, com felicidade, chega o momento que preciso decidir entre continuar recebendo visitas que não sabem tirar os sapatos sujos, para entrarem em minha casa, e que destroem, mesmo que involuntariamente, as minhas flores internas ou fechar as portas do meu coração.
O que não é bom não posso deixar ficar, porque somente quero em minha vida e em meu coração os sorrisos e a suavidade do ser que, ao chegar, é o que traz consigo.

 

 


Publicado por Mari S Alexandre em 18/05/2014 às 17h20
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18/05/2014 17h14
FRUTO

Tu eras o fruto mais belo
que me fazia sentir 
vontade de morder um pedaço.
Tu eras o fruto aromático
que enchia a minha boca
de desejos em sentir-te dançando
em minha língua.
Tu eras o fruto da paixão.
Tu eras  o segredo do meu coração.
Antes de provar-te, fruto desejado,
caíste aos meus pés, apodrecido e despedaçado...!



(Mari Alexandre)


Publicado por Mari S Alexandre em 18/05/2014 às 17h14
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18/05/2014 16h47
A FÉ

O bonito da fé é que ela trespassa a realidade e invade os sonhos...
Esta foto me transmite tantas coisas bonitas e tristes ao mesmo tempo. 
Eu já fui voluntária no Ronald MacDonald House, cuidando das crianças com Leucemia... Um aprendizado para a vida. 
Há tantas coisas que não se explicam. Mas, há sempre alguém com todas as explicações... De tão bem explicadinhas, as explicacões parecem perfeitas!


Publicado por Mari S Alexandre em 18/05/2014 às 16h47
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