Mari  Silva Alexandre

Sou flor, Sou amor. Sou Dor, Sou amor. É nisto que me resumo.

Textos


Sempre que olhares para as minhas joias,
sentirás um profundo amargor,
por teres cometido um furto terrível,
que te tornou num grande canalha.
 
Todas as vezes que olho para uma foto minha,
e vejo em mim uma das joias que tu me roubaste,
eu sinto ânsia de vômito
por tanto nojo que sinto
de me lembrar de ti.
 
Roubaste anos de minha vida.
Roubaste a herança dos meus filhos.
Roubaste os bens da nossa família.
e conquistaste o teu título de réu.
 
Poderia desejar-te em dobro todo o mal que tu
me fizeste. Mas, eu desejo somente que aprendas
a viver honradamente.  
Desejo impossível, eu sei.
Talvez , quem sabe, numa próxima vida, tu conseguirás. 
Mari S Alexandre
Enviado por Mari S Alexandre em 16/07/2015
Copyright © 2015. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Tela de Claude Monet
Site do Escritor criado por Recanto das Letras