

Há crianças que, dentro de si, desenvolvem
uma maldade adulta e bem nutrida. São aquelas crianças que matam para roubar. São aquelas crianças que são capazes de cometer atrocidades em prol de conquistarem, para si mesmas, algo que já pertence à alguém. Essas crianças planejam a posse do objeto desejado e o seu custo, sem se importarem com o fato de que esse custo seja a vida de alguém. Há crianças que não se preocupam com a perda da vida de um semelhante. Há crianças que não conseguem ser crianças, pois se tornaram precocemente adultas, inconscientes e assassinas. A maioria dessas crianças sabe, por fato, que está sendo protegida pelas leis do menor. Leis estas que criam um clima de impunidade facilitando a prática de outros crimes bárbaros. Há crianças que premeditam um crime, sentindo prazer por conseguirem efetuar tais atos abomináveis característicos dos adultos. Essas crianças não têm consciência e nem sentem remorsos. Julgar e puní-las seria a solução todavia, as mentes piegas não aceitam e impedem uma lei de se tornar vigente. Somente cortando o mal pela raiz é que se poderá evitar sua proliferação, alastrando-se como uma erva daninha pelos jardim humanos. Mari S Alexandre
Enviado por Mari S Alexandre em 03/04/2015
Alterado em 06/04/2015 Copyright © 2015. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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