

Inconstante mulher.
Sumia as vezes, para manter-se na saudade, daqueles que a conheciam. Assim acreditava. Gostava de conquistar amizades, entretanto, não se satisfazia, por não encontrar em nenhuma delas o que necessitava para alimentar sua alma. Criou assim, um personagem fictício para com ele dialogar. Este sim, conhecia e descrevia as infinitas magias de seu espírito diamantino burilado. Com esta nova figura ela se entendia, as mil maravilhas, e conviviam, os dois, em plena harmonia. De tão real que se tornou, por ele aquela senhora se apaixonou. Mari S Alexandre
Enviado por Mari S Alexandre em 17/02/2015
Alterado em 19/02/2015 Copyright © 2015. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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