

A felicidade não tem hora, não tem gosto, não tem cheiro nem sabor.
A felicidade não tem rosto, não tem boca, não tem braços, não tem pernas, não tem olhos. A felicidade está sempre se renovando. E, para se ser feliz, é preciso se desprender dos sentimentos pequenos. Enquanto eu me concentrava nos problemas, nas tristezas e no que havia perdido, nada eu conquistava de bom. A felicidade que é persistente, de mim, não desanimava. Incansável me aguardava. No momento em que me cansei das tristezas, ela sorriu. Sorriu como uma maluca, porque queria despertar a minha atenção. Mal podia esperar que, ao meu redor, eu fosse notar aquele moço cheiroso e dengoso que, junto da felicidade, me aguardava para segurar a minha mão, e juntos podermos caminhar. Mari S Alexandre
Enviado por Mari S Alexandre em 09/11/2014
Alterado em 05/01/2016 Copyright © 2014. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|