Mari  Silva Alexandre

Sou flor, Sou amor. Sou Dor, Sou amor. É nisto que me resumo.

Textos


Por mais cético que se possa ser, há sempre algo em que se acredita. Aquele que, não acredita em religião, não acredita em Deus, não acredita no amor, talvez acredite em responsabilidade com a vida, talvez acredite em bondade, talvez acredite em respeito ao próximo, talvez acredite nos estudos, ou talvez acredite em seus pais, ou em qualquer outra coisa de sua escolha.
O acreditar pode vir através de experiências positivas, ou até mesmo de experiências negativas.
Acredita-se porque se escolheu dar sentido à vida, ou porque se escolheu ter algo pelo que lutar. Acredita-se até, para não se viver com a sensação de vazio.
 As crenças são inerentes.
Pessoalmente, eu creio no destino. Sob o meu olhar, tudo acontece porque somos indivíduos únicos, com direito às escolhas, de maneira limitada, por vivermos num mundo social. Somos todos interligados. E as escolhas de cada um, tem a ver, indiretamente, com alguém.
Eu acredito no destino de tal maneira que penso que dele não há como se fugir. Cada individuo faz suas escolhas e o destino faz as dele. Sendo que, o destino tem  força maior, comparada a força de cada individuo, pois ele é capaz de modificar planos e até mesmo interferir em escolhas pessoais, já administradas.
Crendo no destino, eu penso que, possivelmente, o meu  e o destino dele, estejam traçados, para que possamos significar algo especial um para o outro.
Hipoteticamente, o meu desejo de que isto aconteça, me leve a querer convencer o destino de que estou na confiança de sua decisão favorável.
Mesmo porque, inconscientemente, se planeja os acontecimentos de tal modo, que tenta-se com os disfarçados pedidos, manipular o destino. É como se lhe dissesse:
“Ouça-me, senhor destino, ouça-me com carinho e  com intensidade e cruze os nossos caminhos”.

Mari Alexandre
Mari S Alexandre
Enviado por Mari S Alexandre em 07/03/2018
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