Mari  Silva Alexandre

Sou flor, Sou amor. Sou Dor, Sou amor. É nisto que me resumo.

Textos


Os homossexuais conquistaram em todo os EUA o direito de se casarem. Finalmente eles poderão legalizar suas vidas em comum.
Quando se divide a vida com alguém, quando se trabalha um em prol do outro é justo que ao romperem a união, ambas as partes tenham direitos legais sobre os bens que foram conquistados (adquiridos) pelo casal. Até mesmo quando uma das partes vem a falecer, é justo que a outra parte se torne herdeira. Isto faz todo o sentido, a meu ver.
Li em algumas linhas do tempo, pessoas preocupadas com a fidelidade dos homossexuais a ponto de fazerem piadinhas a respeito, alguns outros tipos de preocupações também surgiram em relação ao relacionamento dos mesmos, que muito provavelmente não seja da alçada dos mesmos.
Acredito que os heterossexuais não deveriam se envolver com esses tipos de preocupações, pois os homossexuais, obviamente, se encarregarão quanto a estes detalhes entre suas relações, se for o caso.
Ouvi alguns comentarem que são contra esses novos tipos de famílias. Interessante é pensar que os tipos de famílias tradicionais não estão dando certo. O que se vê são famílias dissolvidas, filhos abandonados, filhos rejeitados, casamentos infelizes por causa de traições, criminalidades, descaso, e mais.
Ora bolas, a sociedade é desestruturada o suficiente para poder não apontar o dedo num novo tipo de família que talvez dê certo.
O que é uma família afinal? Que eu saiba são pessoas que se dizem gostar e decidem conviver e lutar com os mesmos objetivos em prol do "funcionamento" da mesma. Decidem, na maioria dos casos, ter filhos, ou adotá-los por quaisquer impossibilidade, que podem ser estas por variados motivos.
O mesmo acontecerá com os homossexuais, pois poderão adotar seus filhos, tirando-os de orfanatos, ou até mesmo tirando-os das ruas.
O importante é o cuidar, o amar, o se importar, o nutrir, enfim, formar bons cidadãos para a sociedade que está tão incivilizada.
A sociedade atual está cada vez mais indiferente. Os filhos cada vez, menos zelados por seus pais. 
Há uma nova esperança de que os homossexuais façam a coisa diferente e passem a ensinar aos heterossexuais que não basta terem o privilégio de gerar para produzirem uma família digna, ética e feliz, mas sim ter o privilégio da escolha de amar e de cuidar.
Desejo sorte às novas famílias que se formam. Que Deus as abençoe.
Mari S Alexandre
Enviado por Mari S Alexandre em 27/06/2015
Alterado em 27/06/2015
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