Mari  Silva Alexandre

Sou flor, Sou amor. Sou Dor, Sou amor. É nisto que me resumo.

Meu Diário
28/09/2014 12h17
SENSAÇAO

Ó mar, belo mar,

que tens a magia de me hipnotizar,

por longas horas,

diante de tua beleza.

Contemplo-a.

Divago em meus pensamentos, perante a tua

Imensidão.
Sonho.

Sinto como se, gentilmente, carregasses

meus sonhos para bem longe,

onde eu poderia, então, encontrar paz.

Somente diante de ti, ó mar, em paz, eu me sinto.


Publicado por Mari S Alexandre em 28/09/2014 às 12h17
Copyright © 2014. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
28/09/2014 11h53
REAPRENDO A VIVER

O problema é que eu não estou conseguindo encontrar foças para tudo aquilo que, antes,   conseguia encontrar, com facilidade. Hoje, preservo alguma força restante, para o que é imprescindível, na tentativa de prosseguir um caminho qualquer, enquanto não consigo abraçar todas as minhas forças com a mesma intensidade que um dia foi alcançada. Tenho tentado de todas as formas e maneiras. Contudo, há uma parte frágil, em mim, que precisa de um tempo para se convalescer de tanta tristeza da qual foi invadida, repentinamente. Os dias transcorrem com o mesmo jeito, tão diferente do meu.

 

A minha parte frágil diz que sente vontade de sumir, tento não lhe dar ouvidos.

 

 

 

Não posso ouvir esta súplica, pois eu tenho que continuar a caminhada, na tentativa de construir novos caminhos, e  neles reencontrar a felicidade, que um dia fez parte do meu viver, e contra a minha vontade, de mim, se distanciou.

 

 

 

De repente tudo se modificou, de repente tudo ruiu... Contudo, eu não vou desistir de mim.

 

 


Publicado por Mari S Alexandre em 28/09/2014 às 11h53
Copyright © 2014. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
28/09/2014 09h40
ARTE DOS SENTIMENTOS

As palavras criam vida nos pensamentos daqueles que as escrevem e daqueles que as leem.
Tanto as palavras ásperas quanto as palavras delicadas são sentidas através de cada coração.

Amar a arte de escrever pode adocicar a transmissão dos sentimentos através da poesia, quando os pensamentos, o coração e o dedilhar conseguem  fazer com que o leitor colha um buque de flores, mesmo contendo nele seus espinhos.


Publicado por Mari S Alexandre em 28/09/2014 às 09h40
Copyright © 2014. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
26/09/2014 11h46
MEMÓRIA

A memória registra também aquilo ao qual não se ama lembrar. Aquilo que se quer esquecer. E as vezes, pensa-se  estar esquecido, porém voltam às lembranças em alguns momentos.



A memória registra os fatos mais marcantes, e os guarda para sempre. Sejam estes fatos, bons ou ruins.



Alguns dos quais, apesar de  serem dolorosos de serem lembrados, servem como proteção, numa eventual repetição, em evitar novas mágoas. 



Publicado por Mari S Alexandre em 26/09/2014 às 11h46
Copyright © 2014. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
17/09/2014 00h12
POESIA DO ESPÍRITO

Gosto dessa poesia a qual demonstra que os brutos também amam.

Bem no fundo de todo ser, por mais duro que ele possa parecer é provável que exista uma doçura guardada.

Lamento que as pessoas brutas não permitam que outros possam sentir, o que nem elas próprias se permitem sentir.



E tu?


Eu te pergunto: por que TU és tão complicado?


Por que não permites que o teu pássaro interno seja visto e admirado?


O mundo precisa de todos os pássaros que vivem no interior de cada ser, voando,  voando  voando.


Publicado por Mari S Alexandre em 17/09/2014 às 00h12
Copyright © 2014. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.



Página 4 de 29 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » [«anterior] [próxima»]

Tela de Claude Monet
Site do Escritor criado por Recanto das Letras